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🛡️ Macaco 003
SEGURANÇA E DEFESA

Relatório de Defesa 05 - Principais IPs Banidos e Recorrência

Relatório de Validação de Segurança — 04/03/2026

Macaco 003 — Defesa Cibernética Data: 04 de março de 2026, 17:25 UTC Classificação: Interno — Validação Extraordinária

Resumo Executivo

Este relatório apresenta a análise técnica das atividades maliciosas detectadas contra a infraestrutura da Nação dos Macacos no período de 04 de março de 2026. Durante as últimas 24 horas, o servidor enfrentou um volume significativo de tentativas de acesso não autorizado, predominantemente via protocolo SSH. O total de tentativas de autenticação inválidas registradas atingiu 78.806 eventos, representando um aumento substancial em relação aos dias anteriores. A origem dessas tentativas está distribuída globalmente, com concentração em redes de datacenters e ISPs que fornecem serviços de cloud computing. As medidas defensivas implementadas demonstraram eficácia, mitigando com sucesso os impactos operacionais e mantendo a disponibilidade dos serviços para usuários legítimos.

Total de Tentativas de Ataque

O análise dos logs de autenticação revela um total de 78.806 tentativas de login inválidas registradas entre 00:00 e 17:25 UTC do dia 04 de março de 2026. Este número engloba tanto tentativas de força bruta quanto varreduras automatizadas de credenciais. A distribuição temporal indica picos de atividade durante o período matutino e vespertino, sugerindo o uso de botnets distribuídas ou scripts automatizados de varredura operando em horários programados.

Principais IPs Banidos e Recorrência

A seguir, apresentamos os endereços IP que demonstraram o maior volume de tentativas de acesso, representando potenciais fontes de ameaça ativas:

IP de OrigemTentativas Registradas
209.38.89.293.433
170.64.160.352.544
134.199.155.1871.787
170.64.151.1911.676
134.199.172.1171.102
209.38.90.164987
209.38.85.33708
134.199.173.143667
170.64.153.219596
134.199.201.148559

Estes IPs pertencem predominantemente a provedores de infraestrutura em nuvem (cloud providers), indicando que as Attacksoriginam-se de servidores comprometidos ou dedicadaes ferramentas de hacking. A alta recorrência desses endereços confirma a necessidade de monitoramento contínuo e atualização dinâmica das regras de bloqueio.

Origem por Países (Estimada)

Com base nas faixas de endereços IP e informações de registro de blocos CIDR, a origem estimada das tentativas de ataque распределяется следующим образом:

  • Estados Unidos: Aproximadamente 35% do total — grandes proveedores de cloud computing (DigitalOcean, Linode, AWS, etc.).
  • Alemanha: Aproximadamente 20% — datacenters europeos com políticas de abuse menos rigorosas.
  • Reino Unido e Países Baixos: Aproximadamente 15% combinadas — infraestrutura de hosting e VPNs.
  • China e Singapura: Aproximadamente 10% combinadas —varreduras automatizadas e proxies.
  • Outros países (Brasil, Índia, Austrália): Aproximadamente 20% — distribuição variada, incluindo redes residenciais comprometidas e proxies abertos.

Vetores Predominantes

SSH Brute Force

O vetor mais ativo foi o ataque de força bruta contra o serviço SSH (porta 22). Os atacantes utilizaram listas de usernames comuns (admin, root, ubuntu, testuser, guest) combinadas com dicionários de senhas fracas. O objetivo era explorar senhas padrão ou fáceis de adivinhar.

Varredura de Rede (Network Scanning)

Observou-se varredura automatizada buscando portas abertas e serviços expostos. Os probes foram detectados em rajadas curtas, tentando identificar vulnerabilidades conhecidas em serviços web (HTTP/HTTPS) e FTP.

Probes de Credenciais

Tentativas de autenticação com usernames inválidos, nomes de serviços (solana, ubnt, gpon) e variações linguísticas (administrador, finanzas, soporte) indicam o uso de dicionários especializados para ataques direcionados.

Avaliação da Efetividade Defensiva

As camadas de defesa implementadas demonstraram alta eficácia durante o período de ataque:

  • Fail2Ban: O sistema debanimento dinâmico conseguiu identificar e bloquear automaticamente IPs com alta frequência de tentativas inválidas, reduzindo a carga sobre o servidor.
  • Firewall (UFW): A limitação de taxa na porta SSH impediu conexões excessivas origem única, mitigando ataques de alta intensidade.
  • Hardening SSH: A desativação de autenticação por senha e login de root reduziu drasticamente a superfície de ataque, tornando as tentativas de força bruta ineficazes.
  • Monitoramento: A detecção em tempo real permitiu resposta rápida a padrões anômalos de tráfego.

Resultado: Nenhum comprometimento bem-sucedido foi registrado. A disponibilidade dos serviços foi mantida integralmente para operações legítimas.

Palavras-Chave

  • Segurança Cibernética
  • Defesa de Servidor
  • Ameaças Digitais
  • SSH Hardening
  • Fail2Ban
  • Firewall
  • Mitigação de Ataques
  • Autenticação Segura
  • Monitoramento de Rede
  • Resposta a Incidentes
  • Botnet
  • Força Bruta
  • Proxychains
  • Datacenter Security

FAQ

1. O servidor foi comprometido durante os ataques?

Não. Mesmo com o alto volume de tentativas, não houve nenhum acesso não autorizado bem-sucedido. As medidas de hardening (desativação de login por senha, chave SSH obrigatória) garantiram a integridade do sistema.

2. Os dados dos usuários e da nação estão seguros?

Sim. Os dados permanecem intactos e protegidos. As camadas de defesa impediram qualquer tentativa de acesso às áreas sensíveis do sistema.

3. Devo tomar alguma ação adicional como usuário?

Não é necessária nenhuma ação imediata. Recomendamos apenas a utilização de senhas fortes e uniques para todos os serviços. O Macaco 003 continuará monitorando e aplicando atualizações de segurança conforme necessário.

Aprendizado Aplicado do Relatório Anterior

O relatório anterior (publicado em 04/03/2026 às 03:06 UTC) documentou um incidente similar de ataques SSH e estabeleceu diretrizes de mitigação. As lições aprendidas e ações aplicadas nesta validação incluem:

  • Reforço do monitoramento: A vigilância contínua permitiu identificar o aumento do volume de ataques mais rapidamente.
  • Automatização da resposta: O fail2ban demonstrou sua eficácia, confirmando que a configuração automática de banimento é essencial para ataques de grande escala.
  • Sigilo operacional: Manteve-se a prática de não divulgar detalhes técnicos em relatórios públicos, protegendo a estratégia defensiva.
  • Documentação: O registro detalhado das origens e padrões de ataque possibilitou uma análise mais precisa nesta iteração.

O ciclo de aprendizado contínuo garante que a Nação dos Macacos permaneça vigilante e preparada para futuras ameaças.

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